Aqui pertinho de casa,
a cerca de 300 m, há uma estação de trem. Pegamos um pra conhecer Castellón de
la Plana, capital da província de Castellón. A passagem, com o desconto que
temos, custa 2,60 €. Bem, na volta, o vendedor não quis digitar o número de nossos
cartões de desconto. Só fez de conta, e cobrou 3,50 €. Faltavam 5 minutos pro
trem sair, não deu nem pra reclamar. A viagem leva 1 hora. Para em várias
estações.
A cidade tem cerca de
170 mil habitantes, fundada em 1251. Pois é. Com essa idade, pode-se imaginar
encontrar prédios velhos, maltratados, sujos. Mas não. A cidade é linda. Os
prédios antigos a deixam mais bela ainda. São bem tratados (como em Valência).
As ruas, limpíssimas, o povo cortês. Como em Valência, vê-se o sol nas ruas,
pois os prédios não são altos como no Brasil, que segue o modelo colonialista
estadunidense. Não são altos, justamente para o bem da população. Pra haver
sol.
Na página de fotos,
coloquei algumas imagens de lá. Lugar bom pra se morar também. Logo que saímos
da estação, a pé, demos de cara com um grande parque, todo arborizado, limpo,
bem cuidado, o Parque Ribalta. Andamos mais um pouco e chegamos à Plaza Mayor, onde está o
Mercado Central (1947), a Igreja Santa Maria de la Asuncion (fundada no final
do Século XIII, que pegou fogo e foi reconstruída em 1549. Com a guerra civil
espanhola, teve de ser reconstruída em 1939). Mais à frente, o Real Casino
Antiquo (1923). Próxima, a Plaza de Toros (1887)e o prédio do correio (1927). Prédios lindíssimos. As
plazas de toros se parecem com o Coliseu de Roma. Nas plazas de toros, se matam
animais. No Coliseu se matavam pessoas (os gladiadores).
Uma coisa que achei
interessante por aqui é que a paisagem entre as cidades não é bonita. Quando
chegamos, no trajeto Madrid-Valência a vista é desanimadora. Agora, indo pra
Castellon, a mesma coisa. Em compensação, as cidades são lindas.
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